Entra Na página do Yoga de Leiria

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Mar

 Olhar meu perdido na quietude do horizonte.
Pelo infinito da tua extensão, nasce-me uma onda que me dá vida
Mal acordei que já cama da morte me abraça
Fundir-me na memória do tempo
Mesmo que eu não seja
Acompanho a violência da onda
Que rebenta na rocha.
Como o meu profundo desejo de viver.